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Artistas Ouropretanos 

Afonso Brêtas
Brêtas trabalha com a emoção dos momentos, e como os momentos não se repetem, obviamente as emoções também não, conclui daí que suas esculturas podem ser no máximo semelhantes, mais nunca iguais.
Seu trabalha é abstrato , esculturas abstratas com palavras em auto relevo.Para realizá-los ele usa pedra sabão, ardósia, fotografias e vidros. Podemos encontrar a sua obra em vários lugares como: lojas, galerias de arte, espaços alternativos, feiras e exposições. Estão espalhados pelo mundo. São objetos de pedra de sabão criados para serem úteis no dia-a-dia das pessoas que os adquirem. O atelier de Brêtas é aberto ao público visitante.


Sussuca
Roberto Ferreira dos Santos (Sussuca) é natural de Ouro Preto onde iniciou sua formação artística freqüentando os ateliês da cidade, os cursos livres da FAOP e as oficinas dos festivais de inverno, onde inclusive foi professor. Posteriormente, estudou no centro de pesquisas de Arte Ivan Serpa no Rio de Janeiro, no Atelier Livre da Escola de Belas Artes/UFMG, em Belo Horizonte e no atelier da Fundação Armando Álvares Penteado em São Paulo. Sua trajetória no campo das artes não foge a dos demais artistas: são participações em salões, exposições coletivas e individuais e prêmios recebidos. Possui, porém, uma natureza bastante inquieta, observadora, crítica e irreverente, traduzida nas instalações realizadas e nos chamados trabalhos de intervenção no espaço urbano. Ficou famoso o da Esplanada dos Três Poderes em Brasília, quando pendurou 3.ooo sacos vazios de 2 kg contendo uma tarja verde-amarela e os dizeres "Senhor João, encha a sacola do povo brasileiro".
Yára Mattos


MARIO DE OLIVEIRA
Natural de Lins, SP. Um dos mais conceituados artistas plásticos contemporâneos. Sua pintura tem tendências impressionista. Artista de grande versatilidade. Dedica-se a todos os gêneros de pintura, mas tem preferência pela paisagem brasileira. Reside em Ouro Preto, onde se tornou um grande interprete das belezas barrocas daquela cidade histórica.
Recebeu as mais expressivas premiações nos salões de São Paulo, Rio e outras cidades onde expôs seus trabalhos. É um dos fundadores do Museu de Arte "Carlos Ayres" de Itapetininga SP.
Figura no Dicionário de Artes Plásticas do MEC e no Dicionário de Artes Plásticas de Roberto Pontual.
Antônio Arthur de Castro Rodrigues
Diretor do Museu de Arte "Carlos Ayres" de Itapetininga


 

Carlos Bracher
Nasceu em Juiz de Fora, em 1940, numa família voltada para as artes plásticas e música.Em 1967 ganhou o "prêmio de Viagem ao Exterior" do Salão de Belas Artes, no Rio de Janeiro , através do qual permaneceu por dois anos na Europa e Estados Unidos. Tem exposto permanentemente em Museus e Galerias no Brasil. Com Curadoria de Olívio Tavares de Araújo, em 1989 foi realizada uma retrospectiva de sua obra, intitulada "Pintura Sempre", em oito cidades brasileiras. Realizou exposições individuais em Roma, Milão, Madrid, Haya Lisboa, Évora e Miami. Em comemoração ao centenário de morte de Van Gogh, pintou uma série de cem quadros, intitulada "Homenagem a Van Gogh", que foi mostrada no Brasil, em Roterdam, Paris, Auvers-sur-Oise, Londres, Pequim, Tóquio e Bogotá. Foram editados três livros e diversos vídeos sobre sua vida e obra.O crítico Olívio Tavares Dutra escreveu: "... E expressionismo e Barroco são duas face da mesmíssima moeda. Descoberto este elo de ligação entre Carlos Bracher e sua terra (e talvez por cusa disto ele tenha escolhido morar na cidade barroca de Ouro Preto), tornaram-se evidentes os conteúdos barrocos transfigurados em sua pintura. São barrocos, mas estão também em Bracher, grandiloqüência, a ênfase, a expressividade desmesurada, hiperbólica, as composições diagonais, os volumes bojudos e linhas curvas. Tudo isso, na verdade, da vazão à angustia existencial e a nostalgia de infinito que caracterizam o homem barroco - e do qual o homem mineiro talvez seja um epílogo ... A compressão patética da paisagem mineira é exclusiva de Carlos Bracher... "


Achados de Chiquitão
Em Ouro Preto Luiz Antônio Chiquitão se destaca pela proposta inovadora que tem desenvolvido. Seus achados fascinam o espectador pelo diálogo que instauram , ao fazerem vibrar na clave da visualidade, aa mais variadas vertentes da cultura, num jogo de semiologia que instiga e seduz. Luís Antônio Chiquitão, faz instalações de extrema inteligência e refinada astúcia conceitual. Chiquitão vem desenvolvendo sua proposta com uma coerência notável.
Angelo Oswaldo


O Artesão
O Pardal é essa figura singular que nos envolve, nos atinge de imediato por sua alegria. Uma alegria radiosa, contagiante. E essa sua energia ele a encontra justamente na vivência profunda do presente vivido, colhe-a na fonte mesma, intensamente, e a transborda em forma de vida a todos nós. Esta é sua bandeira de paz, seu gesto desmedido. Pardal é daqueles dos sete ofícios e de todas as necessidades. Já fez de tudo, mas essencialmente é o artesão, o homem que se mostra com suas próprias mãos. Agora nos traz esses flagrantes: são gente do povo como ele, vendedores, cambistas, tropeiros, bêbados, desabrigados e sempre e sobretudo Ouro Preto, Ouro Preto, Ouro Preto ... 
Texto de Carlos Bracher - Exposição de fotos XIII Festival de Inverno - 1979


Znelson
Natural do Rio Grande do Sul, ouro-pretano de coração. Trinta anos ligados ao desenho, forma e cor; professor de desenho industrial, marceneiro e entalhador. Assumiu a Arte Sacra muito aceita pelo público não apenas pelo simples fazer material, mas com alma e emoção, procurando transmitir todo o seu calor humano através das formas e cores fortes do barroco mineiro, muito bem assimiladas pelo artista em duas fases mais importantes. Participou de importantes exposições. Ganhou prêmio em salão de artes plásticas. Têm vários trabalhos em coleções particulares no Brasil e exterior.


 
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